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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A maior invenção da vida

Uma brusca freada no avanço tecnológico mundial. É praticamente a sensação de que tenho, ou melhor, que o todo o mundo sentiu após da perda de Steve Jobs. O empresário e inventor americano, que parecia brincar de ser gênio, marcou a história da tecnologia e mudou o nosso modo de ouvir música, falar ao telefone e até mexer em computadores.
Uma perda lastimável para uma população que segue pobre, não para adquirir seus produtos de inteligência avançada, ou tantos outros bens de consumo, mas sim, desprovidos de alma, coração e sentimentos. Em um mundo em que o dinheiro parece importar mais do que o caráter, Steve mostra que tinha um pensamento bem diferente, mesmo sendo um dos grandes nomes na lista de riquezas no planeta. Como não elogiar alguém que diz que: “Ser o mais rico do cemitério não é o que mais importa para mim… Ir para a cama à noite e pensar que foi feito alguma coisa grande. Isso é o que mais importa para mim.”.
O americano, fundador de uma das mais valiosas e inovadoras empresas já existentes, a Apple, deixava claro de que só valeria à pena seguir em frente fazendo algo, se fosse de coração, com emoção, deixando de lado o pensamento egoísta de só se olhar para a razão: “Se hoje fosse o último dia de minha vida, queria fazer o que vou fazer hoje? E se a resposta fosse não muitos dias seguidos, sabia que precisava mudar algo.”.
A vida segue passando depressa, já os avanços tecnológicos nem tanto. Uma morte prematura, de um gênio de cinqüenta e seis anos que lutava contra um câncer no pâncreas, desde 2004, deixa a população sem saber quanto o desenvolvimento da tecnologia dependia de Jobs. Até quando teremos que esperar para uma invenção tão genial quanto as que o ex-presidente da Apple apresentava a cada dois ou três anos. Como não associar a palavra invenção ao inventor que disse que “a morte é provavelmente a maior invenção da vida”

6 comentários:

  1. E eu diria mais, diria que o ponto crucial é pensar que a empresa pode até ter um novo administrador de maneira até que mantenha a linha criada pelo Jobs, mas a genialidade e o perfeccionismo que ele tinha, isso não creio que será mais alcançado. Parabéns pelo texto, gostei bastante!

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  2. Boa Tinho! Só aguardando mesmo...

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  3. Pois é, Victor, dificilmente a empresa voltará a ter alguém com a genialidade que era de Jobs. Obrigado pelo elogio e comentário.

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  4. Parabéns pelo texto. O blog está começando bem. Acompanharei! Abraço!

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  5. Obrigado, Marcelo. Muito bom ter grandes formadores de opinião lendo o blog. Abraços

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